Equilíbrio emocional

Atualizado: Abr 1


Ilustração: Shutterstock


Seu casamento caiu na rotina?

Não existe mais fogo, desejo, carinho, cuidado…

Tudo se resume a críticas, discussões, farpas, reclamações...

A comodidade e preguiça de um em relação ao outro é tão expressiva, que parece haver um abismo entre vocês.


Em algum momento, vocês tiveram um problema.

Ao invés de lidar com ele e tentar resolvê-lo, vocês simplesmente "jogaram para baixo do tapete", mas não muda o fato de que ele continuou lá!

A situação está tão complicada, que você não tem coragem o suficiente para propor à seu parceiro uma conversa de reconciliação.

Chegar em um ponto de consenso e equilíbrio é uma ideia tão distante da realidade atual, que parece praticamente um sonho impossível.


E se eu te disser que, em meio à todo esse caos, há esperança?


Equilíbrio emocional!

Guarde essas palavras…

O fato é que muitas pessoas acabam criando um sentimento de posse que, no longo prazo, pode ser extremamente prejudicial.


Mas como assim?


Calma, eu vou te explicar…


É normal que, ao nos relacionarmos com alguém que amamos, sentimentos mistos comecem a aflorar…

Se, por um lado, ocorre uma explosão de sentimentos positivos tais como amor, felicidade, alegria, reciprocidade, companheirismo etc… Por outro, ocorrem também sentimentos negativos, tais como ciúmes, apego, posse, medo da perda e etc.


Nem tudo são flores.

E pode ter certeza de uma coisa:

Para tudo que é positivo, sempre existirá um correspondente negativo.

Ou seja, por mais que a sua vida seja perfeita (o que é teoricamente impossível), ainda assim existirão obstáculos e situações adversas com os quais você terá que lidar.


A grande sacada está em perceber isso para, a partir daí, moldar suas decisões.


Esqueça a ideia da vida perfeita, pois isso é coisa de filme.

Sua busca deve ser por uma vida equilibrada… Isso sim é plausível, aceitável, possível e alcançável.


Uma vida equilibrada é uma vida racional, na qual os sentimentos fazem parte, mas não ditam sua vontade de ser e viver.


É sentir ciúmes, mas saber diferenciar o que é real e o que é paranóia.

É sentir carinho, mas saber demonstrar na hora certa, de modo que não acabe se transformando em algo brega e forçado.

É ter vontade de estar com a pessoa todos os dias, mas entender que não tem problema caso tenham que passar uns dias separados.

É priorizar seu parceiro e seu casamento, mas saber que existem outras prioridades na sua vida que merecem tanta atenção quanto.


Enfim…

É saber o limite de cada um e, acima de tudo, respeitar o espaço do próximo.


Na ansiedade de estar sempre grudado com seu amado, pode ser que você tenha deixado seus sentimentos falarem descontroladamente e alto demais.

Seu companheiro, ao ver toda essa explosão de sentimentos mistos, se sente sobrecarregado.

Afinal, é muita carga emocional para ele…


Imagina só…

Do mesmo modo que você tem todas essas dúvidas, incertezas e inseguranças, ele também tem as dele.

Você acha justo que, em meio à todas essas questões internas, ele ainda tenha que se preocupar tanto com você?


Saber que a felicidade de alguém depende de você pode ser muita informação.

Esse excesso de informação tem um potencial muito grande no quesito "maneiras de assustar seu parceiro".


Poupe-o!

Se poupe!

Você não precisa disso.

Ao ganhar essa percepção, você terá mais controle de suas responsabilidades emocionais.

Ao ter esse controle, fica mais fácil de voltar e ter sucesso em seu relacionamento.


Uma pessoa equilibrada emocionalmente inspira muito mais confiança.

Confiança é a chave para um casamento de sucesso.


Texto adaptado por: Otávio Monteiro

Conteúdo original: Cris Monteiro (Youtube)

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